Nessa ultima semana o Brasil escolheu a primeira "presidenta" do país. Alguns contemplaram, uns, como eu, respeitaram, e outros "xingaram muito no twitter", porem não foi aquele xingamento do tipo normal (se é que xingar é normal), e tiveram que arcar com grandes consequências. Tais palavras feias soaram muito mal mesmo, pois se mal relacionaram ao povo nordestino. Na eleição sabe-se que o nordeste deu apoio maciço a Dilma Rousseff e representou grande parte dos votos computados para a candidata. A suposta oposição twiteira, criticou o apoio nordestino taxando tais pessoas de burros e outras coisas mais como: "Faça um favor para o nosso país: mate um nordestino"; "Deem direito de voto pros nordestinos e afundem o país..."; "O nordeste é um lugar onde nós, pessoas brancas de classe média alta, vamos fazer turismo sexual comendo umas baianinhas vagabundas"; "Dividam o Brasil no meio, me nego a ser da mesma nação dos nordestinos"; dentre outros.
De fato isso foi um erro gravíssimo, primeiro porque feriram a constituição, em que "Serão punidos, na forma dessa lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional." Segundo porque esqueceram que as leis do mundo material, as quais se aplicam aos cidadãos, também são válidas no mundo virtual, se aplicando aos internautas. As pessoas envolvidas foram denunciadas pelos próprios sites em que veicularam as mensagens, como o Não a Xenofobia!(não foi só o twitter), entre outros. A OAB em Pernambuco entrou com uma notícia-crime contra a precursora do movimento, a estudante de DIREITO Mayara Petruso, que pode responder por discriminação em meio de comunicação (dois a cinco anos de reclusão e sem direito a fiança) e incitação ao ato criminoso (lembram-se do mate um nordestino? Três a seis meses de cadeia) e em ambos tem de pagar multa. Essa menina teve seu futuro estragado por causa disso. Será que ela queria ficar famosa, como Geisy Arruda, do nada?
Bom o que se pode analisar é que o argumento utilizado para defender esse ódio é o de que o povo do nordeste é burro, não faz nada e tem o poder de escolha do representante maior que os do sul/sudeste, e que esses ultimos trabalham mais e sustentam os nordestinos. Agora pare para analisar. O brasileiro é um povo guerreiro, e os do nordeste sempre estiveram prontos para defender o Brasil, e se pode ver isso nas altas rebeliões que estão contidas na história. Do nordeste veio Jorge Amado, Raimundo Correia, Rachel de Queiroz, Caetano Veloso, Gilberto Gil, o dono deste blog, pessoas também importantíssimas para a nação.
A ideia de que o nordestino é inferior ou estranho vigora, infelizmente, não só na cabeça da Mayara, mas na de muitos pelo Brasil. Outro ponto para se analisar é que a tal estudante só procurou no resultado da eleição uma especie de alibi para desforrar sua raiva, pois mesmo sem os votos da região nordeste, Dilma iria ganhar. Em São Paulo ela teve um resultado expressivo e no RJ e Minas Gerais, teve apoio máximo. O terceiro argumento para se analisam é que disseram que o nordestino é burro, mas analise o comentário a seguir e veja quem realmente precisa também se dedicar mais aos estudos: "...Tomarem que morram de fome eternamente, povo folgado que se refugia em sp!"
É interessante convergir para a ideia de que todos são iguais e que o preconceito não leva a nada, pelo contrário, e a prova disso é que a Mayara foi demitida de seu estágio, e terá complicações futuras na vida acadêmica. Isso gerou também uma "guerra" contra os paulistas, uma desordem total. O lado bom desse movimento é apenas um: poderá gerar uma espécie de ação contra a intolerância na rede, o que seria ótimo. No mundo virtual, a pessoa não deve achar que está protegida, ou que ninguém vai lhe encontrar pois isso é um erro "mais do que crasso". Italo Francyles diz em seus diálogos que "o twitter é do mal", e são esses casos que embasam mais essa ideia. Não que sites de relacionamento sejam ruins, porque não são, mas pelo fato de serem construidos por algumas pessoas ruins. Não há como agir criminosamente e ficar com a ficha limpa na internet. Quanto a Geisy Arruda, esta é lembrada como a menina do "curtíssimo vestidinho rosa". Já Mayara Petruso... Cabe a você decidir.
domingo, 7 de novembro de 2010
sábado, 6 de novembro de 2010
Teclas demais ou informação de menos?
Olhe para o teclado de seu computador. Conte no dedo quantas são as teclas as quais você sabe sua utilidade. São muitas né?! Ja até perdi a conta, mas creio que sejam mais de 80! Agora perceba quantas teclas são as que você não sabe de sua utilidade... complicado, concordam?
Pois é galerinha, são aproximadamente 112 teclas em um teclado normal de computador em que, destas, geralmente não nos são úteis 18 (f1 a f12, exceto f5, daah!, e as que ficam entre as letras e os números, acima das setas). Mas a pergunta é: será que é um exagero esse horror de teclinhas, ou simplesmente nós é que somos desinformados? É lógico que ninguem tem a obrigação de ser um expert nesse assunto, até porque poucos queriam sê-lo, mas enfim, vou tentar solucionar essa problemática:
Scroll lock: serve para travar as setas. Na verdade ela te ajuda a enquadrar melhor a janela do programa em DOS no monitor. Você aperta a tecla e ajeita a janelinha do seu jeito (espero que não seja um lol).
Pause break: Pausa, kkkk.Teclando ela vc para o processamento atual (funciona mais em DOS). Se você usar-la com o CTRL então ela dá um Break no procedimento atual (CTRL+Break - ele para o processamento e retorna o prompt). Em conjunto com a tecla Windows ele te mostra as propriedades do sistema operacional. Entenderam?
Insert: Ativa ou desativa o modo de inserção. Pra testar digite uma linha de texto qualquer. Coloque o cursor no meio da frase e dê uns espaços, depois tecle INSERT e dê outros espaços... conseguiram ver a diferença.
Home:te leva para o topo da página ou para o início da frase.
End: Te leva para o final na pagina ou final de uma frase.
No Office WORD, as teclas F1 A F12 possuem as seguintes funções:
F1: Abre a Ajuda ou o Microsoft Office Online.
F2: Move texto ou elementos gráficos.
F3: Insere uma entrada de AutoTexto (AutoTexto: um local de armazenamento para texto ou elementos gráficos que você deseja usar novamente, como uma cláusula de contrato padrão ou uma lista de distribuição extensa. Cada seleção de texto ou elemento gráfico é registrada como uma entrada de AutoTexto e recebe um nome exclusivo.)
F4: Repete a última ação.
F5: Escolhe o comando Ir para (menu Editar).
F6: Vai para o próximo painel ou quadro.
F7: Escolhe o comando Ortografia (menu Ferramentas).
F8: Estende uma seleção.
F9: Atualiza os campos selecionados.
F10: Ativa a barra de menus.
F11: Vai para o próximo campo.
F12: Escolhe o comando Salvar como (menu Arquivo).
Fonte: guiadohardware.net
No windows, todos sabem para que serve o F5. Se não sabem... vão procurar se atualizar! É galera, como vimos o teclado do computador possui realmente teclas demais, porém o pouco esforço em usar algumas delas em busca de respostas nunca faz mal, afinal "Não saber é o primeiro estágio para o conhecimento". Sabia que eu aprendi muito com esse post? É verdade!
Pois é galerinha, são aproximadamente 112 teclas em um teclado normal de computador em que, destas, geralmente não nos são úteis 18 (f1 a f12, exceto f5, daah!, e as que ficam entre as letras e os números, acima das setas). Mas a pergunta é: será que é um exagero esse horror de teclinhas, ou simplesmente nós é que somos desinformados? É lógico que ninguem tem a obrigação de ser um expert nesse assunto, até porque poucos queriam sê-lo, mas enfim, vou tentar solucionar essa problemática:
Scroll lock: serve para travar as setas. Na verdade ela te ajuda a enquadrar melhor a janela do programa em DOS no monitor. Você aperta a tecla e ajeita a janelinha do seu jeito (espero que não seja um lol).
Pause break: Pausa, kkkk.Teclando ela vc para o processamento atual (funciona mais em DOS). Se você usar-la com o CTRL então ela dá um Break no procedimento atual (CTRL+Break - ele para o processamento e retorna o prompt). Em conjunto com a tecla Windows ele te mostra as propriedades do sistema operacional. Entenderam?
Insert: Ativa ou desativa o modo de inserção. Pra testar digite uma linha de texto qualquer. Coloque o cursor no meio da frase e dê uns espaços, depois tecle INSERT e dê outros espaços... conseguiram ver a diferença.
Home:te leva para o topo da página ou para o início da frase.
End: Te leva para o final na pagina ou final de uma frase.
No Office WORD, as teclas F1 A F12 possuem as seguintes funções:
F1: Abre a Ajuda ou o Microsoft Office Online.
F2: Move texto ou elementos gráficos.
F3: Insere uma entrada de AutoTexto (AutoTexto: um local de armazenamento para texto ou elementos gráficos que você deseja usar novamente, como uma cláusula de contrato padrão ou uma lista de distribuição extensa. Cada seleção de texto ou elemento gráfico é registrada como uma entrada de AutoTexto e recebe um nome exclusivo.)
F4: Repete a última ação.
F5: Escolhe o comando Ir para (menu Editar).
F6: Vai para o próximo painel ou quadro.
F7: Escolhe o comando Ortografia (menu Ferramentas).
F8: Estende uma seleção.
F9: Atualiza os campos selecionados.
F10: Ativa a barra de menus.
F11: Vai para o próximo campo.
F12: Escolhe o comando Salvar como (menu Arquivo).
Fonte: guiadohardware.net
No windows, todos sabem para que serve o F5. Se não sabem... vão procurar se atualizar! É galera, como vimos o teclado do computador possui realmente teclas demais, porém o pouco esforço em usar algumas delas em busca de respostas nunca faz mal, afinal "Não saber é o primeiro estágio para o conhecimento". Sabia que eu aprendi muito com esse post? É verdade!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
O meu Micro visto como Macro
Na terça feira, dia 12 de outubro de 2010 começou uma saga, talvez uma das piores e mais derradeiras que já vivenciei. Ao aceitar o link de um amigo, comecei a baixar um bem(mal)dito jogo. Suas características me deixaram eufórico e ansioso, mal via a hora de clicar com o botão esquerdo do meu mouse na opção START. Digamos que não demorou muito para baixar esse jogo de 6gb. Fiquei apenas uma semana e cinco dias esperando seu download. Quando finalmente eu o baixo, ele vem em um arquivo de imagem. Ótimo, é só emulá-la (emular, novo verbo da lingua portuguesa) e pronto, mas aí é que esta, pois quando fui baixar o emulador, o seu keygen veio com um cavalo de troia (que depois se multiplicou), que não deu para excluir com o meu antivirus. Ok, então eu fiz o favor de, com a ajuda de um amigo, baixar um programa que poderia excluí-los. Legal, quando eu ativei o scaneamento com o novo software o meu antivirus antigo conseguiu excluir por volta de 30 vírus! O processo estava quase completo até na hora em que faltou energia e o bairro todo ficou as escuras (olha que é um bairro nobre). Enfim, no outro dia consegui completar o scaneamento e o tal programa excluiu mais 22 malwares. Finalmente iria emular a tal imagem e abrir o jogo, mas, TCHAMTCHAM!!!. Essa porcaria do pedia um serial e cadastro, resumindo, pediu coisas que se encontram na capa da "budega". Já se passaram 23 dias desde o download e eu ainda não consegui joga-lo. Hoje, 05/11/2010, meu amigo arranjou-me um "crack" (ferramenta para se usufruir de um software sem precisar de um serial, etc.), mas quando eu vou instalando este... Outro cavalo de troia (mas esse foi rápido de excluir, ufa!). Resumão: até este dia de postagem ainda não consigo jogar o tal jogo!
Sabe o que me consola? É que pelo menos eu não dependo dos meus downloads para sobreviver. Diferente de milhões de brasileiros que dependem de um órgão, de uma simples consulta, e já esperam a mais de meses na fila. Estes que acordam de madrugada para conseguir marcar ou fazer um exame, ou para si, ou para seus filhos. Brasileiros e brasileiras que parecem ser esquecidos da sociedade, vítimas desse constrangimento. Pessoas que tem o poder de colocar outras no poder, e no final de tudo não tem esse favor retribuído. E o que que meu jogo tem a ver com isso? Realmente nada. Mas é a prova de que um assunto microcósmico como o meu, pode ser abordado de uma maneira macrocósmica, como o destes homens e mulheres.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Colonizar e dizimar
Na história da civilização americana, se vê a questão das colonizações europeias sobre esse território. Também se vê muito as barbaridades que pairavam por todos os lugares os quais os colonizadores passavam, inclusive o rastro de destruição que deixaram, principalmente no que diz respeito aos indigenas. Nessa questão temos tres situações iguais, no norte (EUA), no centro (America Central) e no sul (Brasil). É lógico que nesse post irei me focar apenas nos que foram citados. No norte, houve uma colonização de povoamento e de exploração. Com o passar dos anos, e as civilizações já desenvolvidas, aconteceu o que eles chamaram de MARCHA PARA O OESTE. Nesta, ocorreu um arraso com as tribos indigenas que ali viviam. Muitas mortes mesmo. É óbvio que isso aconteceria pois os "civilizados" usavam armas de fogo, e os "barbaros" arcos e flechas. Pulando para o centro, espanhóis acabaram com os povos incas, maias e astecas de uma forma cruel. Há quem diga que o líder dos colonizadores cortava a barriga de mulheres grávidas e retirava o feto para saber se era menino ou menina. Realmente triste né? Agora vamos para o sul, mas especificadamente o Brasil. Segundo historiadores famosos, a nossa colonização se deu em nome da cruz e da espada. A catequização dos indios (cruz), e a consequente morte (espada) dos que não queriam ser "adestrados" pelos portugueses. Enfim, também houve uma incontestável destruição das tribos e a dizimação dos milhões de nativos que aqui habitavam. Mas por que falar disso? Todo mundo não já sabe?
O problema é que nessa semana, um antropólogo norte americano disse que o governo brasileiro não investe em políticas voltadas para os indigenas, criticando também o modo brasileiro de tratamento para com os nativos. Mas, quem é um estadunidense para falar de nativos? Da mesma forma como os EUA foi colonizado, o Brasil também. Houve dizimação nos dois territórios também, mas de maneiras bem diferentes. Não defendendo o jeito portugues de colonizar, mas eles ainda tentaram catequizar os indios e, de certa forma, protegê-los com os jesuitas. E os puritanos? Mataram mesmo, sem piedade. Trazendo para os tempos mais modernos, os governos brasileiros colocaram os indigenas em reservas, onde connseguem o que comer, beber e, se acharem ouro, diamantes, podem explorar a vontade, sem proibição do estado. E nos EUA? Jogaram os nativos em áreas deserticas, onde eles nem tem o que beber.
As péssimas condições de vida combinada com outras coisas, mostram bem o jeito estadunidense de tratar os verdadeiros donos daquele lugar, afinal é isso que os "barbaros" merecem. O indio brasileiro ainda é visto por muitos com respeito (não todos, claro), tanto que na poesia, eram considerados como herois nacionais. Agora vem um velho lá "de num sei das quantas" nos criticar. Vê se pode! Quem és tu, seu fulano?
O problema é que nessa semana, um antropólogo norte americano disse que o governo brasileiro não investe em políticas voltadas para os indigenas, criticando também o modo brasileiro de tratamento para com os nativos. Mas, quem é um estadunidense para falar de nativos? Da mesma forma como os EUA foi colonizado, o Brasil também. Houve dizimação nos dois territórios também, mas de maneiras bem diferentes. Não defendendo o jeito portugues de colonizar, mas eles ainda tentaram catequizar os indios e, de certa forma, protegê-los com os jesuitas. E os puritanos? Mataram mesmo, sem piedade. Trazendo para os tempos mais modernos, os governos brasileiros colocaram os indigenas em reservas, onde connseguem o que comer, beber e, se acharem ouro, diamantes, podem explorar a vontade, sem proibição do estado. E nos EUA? Jogaram os nativos em áreas deserticas, onde eles nem tem o que beber.
As péssimas condições de vida combinada com outras coisas, mostram bem o jeito estadunidense de tratar os verdadeiros donos daquele lugar, afinal é isso que os "barbaros" merecem. O indio brasileiro ainda é visto por muitos com respeito (não todos, claro), tanto que na poesia, eram considerados como herois nacionais. Agora vem um velho lá "de num sei das quantas" nos criticar. Vê se pode! Quem és tu, seu fulano?
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Euquipe
Os professores e suas ideias brilhantes sempre dão trabalho aos alunos. Principalmente quando TRABALHO se refere ao sentido literal da palavra (atividade). O pior é quando tal atividade é em equipes exacerbadamente grandes, como por exemplo 36 pessoas, onde somente alguns poucos são "comprometidos". Digamos que, para o bem da nação, uma pessoa apenas se compromete fielmente em fazer o trabalho. Nasce aí o que a sociedade atual chama de EUQUIPE.
Uma euquipe nada mas é do que o próprio nome sugere: uma equipe onde os integrantes se encontram em só um corpo, ou seja, é só um indivíduo! Mas o incrível e inovador da euquipe é que ela conta com "coisas" muito eficientes, que realizam juntos um bom trabalho: os olhos, excelentes em ver os minimos detalhes, as mãos, muito boas com o transporte de objetos, digitação, coçadas na cabeça, etc, os neurônios, muito eficientes no transporte de informações, o cérebro, o grande centro de produção, dentre outros integrantes os quais são indispensáveis. Outra questão importante da euquipe é a resistencia. Geralmente não dorme direito, sonha com o trabalho (ou isso é um pesadelo?), de dez palavras proferidas 8 são sobre a tal atividade, dentre outras inúmeras características, todas bem marcantes.
Particularmente, não gosto de trabalhos em equipe quando essa é muito numerosa, pois o que geralmente acontece é essa transferência de nomes (equipe digivolve para... EUQUIPE!!). Enfim, são bons pois ajudam para que a socialização entre os indivíduos ocorra, mas também não se pode exagerar em numero de pessoas. 2, 3, 6 tá muito bom, e ainda corre esse risco.
Toda ajuda é sempre bem vinda quando essa serve para alguma coisa. Essa frase serve tanto para o dono da euquipe, que implora (ou não) por uma maozinha, quanto para os descompromissados, que ainda que não tenham feito nada, chegam a ganhar (ou não) a pontuação (as vezes a máxima). Bando de ESTAFERMOS!
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