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quinta-feira, 14 de abril de 2011

Síndrome de Riley-Day: Benção ou maldição?

Olá Pessoas, quanto tempo! Nos ultimos dois meses não pude realizar postagens por motivos de forças maiores, e ponham maiores nisso. Estou muito envolvido em projetos, estudos, trabalhos escolares, enfim minha vida tá complicada, mas com fé eu chego lá! Esse post teve inspiração em um dos trabalhos que fiz ultimamente, e este tratava-se de uma doença genética muito interessante, a Síndrome de Riley-Day.
Dor? Nadinha.
A Síndrome de Riley-Day ou Disautonomia Familiar é uma doença hereditária transmitida como um traço autossômico recessivo. Ela é muito comum entre a comunidade judaica europeia (Judeus Ashkenazi) e a principal característica dos afetados é a insensibilidade a dor. Geralmente bebês sofrem de problemas alimentares e desenvolvem pneumonia. Podem acontecer vômitos epsódicos e períodos de sudorese após o período da lactância. Outros sintomas também podem aparecer nos afetados, como hipotonia (tônus muscular deficiente), paradas respiratórias, convulsões, falta de lágrimas, etc.
Benção ou Maldição? Os indivíduos que têm essa síndrome sentem cóssegas, frio, calor, mas não sentem dor. Isso não é ótimo? Provavelmente a maioria das pessoas adorariam ser insensíveis a estímulos dolorosos, afinal quem gosta de sentir dor? Mas aí está a questão. Os afetados estão mais propícios a sofrerem lesões e estas passam despercbidas, logo, são as maiores causadoras das mortes destes. O fincar de uma agulha, um beliscão, um corte profundo, nada provoca sensação dolorosa. A maioria dos indivíduos com Riley-Day sobrevivem até os trinta anos de vida. Eles também usam um colírio para suprir a falta de lágrimas. Relatos de afetados geralmente dizem a mesma coisa: Eles queriam pelo menos uma vez na vida sentir dor.
Cóssegas, frio, calor, tudo menos dor
E então? Rley-Day, benção ou maldição? Tire suas conclusões e até a próxima!

sábado, 4 de dezembro de 2010

Praticidade por R$ 0,50

Não é toda vez que uma operadora acerta em fazer uma promoção. Algumas vêm com bonus para mensagens, outras oferecem até mil reais em ligaçoes... Fazem até o favor de deixarem ligaçoes DDD e locais valerem só R$ 0,25. O cliente é bombardeado de vantagens e coisas legais, mas ainda não sao bem acomodados.
O que todas as operadoras querem é levar a praticidade ao individuo, por isso perdem muito tempo discutindo sobre a criaçao de novos planos, e muitos nao conseguem trazer o conforto necessário ao cliente, logicamente porque nem tudo agrada os homens. Planos bons sao os que se referem ao acesso a internet, dando vantagens quanto a velocidade, downloads, messenger, etc. Eu acesso a net pelo celular e só pago R$ 0,50 (que prático). Esse post, por exemplo, foi enviado do meu celular. Nao só eu, mas milhoes de brazukas fazem isso e damos graças aos serviços de nossa operadora (que nao deve ser revelada). Tambem ja estava na hora, afinal em 3 anos de uso agora que me agradei com uma promoçao.
Obs: Desculpem-me os erros de acentuaçao (haja paciência!).

domingo, 14 de novembro de 2010

Propriedade de quem?

Ande pelas calçadas da sua cidade, incluindo a sua. Com certeza você tem alguns problemas com elas, né? Houve alguns tropeços, quedas, torcidas no pé... É um problema imenso. Agora vem a pergunta: a quem devo reclamar?
Como todos sabemos (ou não), as calçadas são públicas, portanto qualquer pessoa pode circular da maneira que quiser, quando quiser, enfim, cessar e peneirar com ela. Correto. Então os problemas que aparecerem nelas são de responsabilidade da prefeitura, por isso reclame com seu prefeito. Se alguém lhes disser algo desse tipo chame-o de desinformado, ou coisas do tipo, pois essa afirmação está ERRADA. O dono da propriedade é quem tem que fazer a manutenção de sua calçada e não a prefeitura. Mas aí vem outra pergunta: se a propriedade é pública, não seria dever da prefeitura fazer a manutenção dela? Bom, acontece então uma controvérsia, pois a palavra pública indica "algo de todos", no entanto se uma pessoa é responsável pela manutenção de uma propriedade, essa é dita como privada, logo ninguém pode cessar e peneirar com ela senão é punido pela lei. Os parágrafos que falam sobre as calçadas estão na seção Passeio na maioria dos códigos de obras. Lá geralmente se encontram frases que dizem para se limpa-las, mantê-las conservadas. Também se diz que é dever da prefeitura monitorar os locais enviando fiscais responsáveis por tal função. Duas problemáticas, pois, a coisa mais difícil que existe (pelo menos em SLZ) são concursos para cargos municipais. A segunda é a laboriosidade dos fiscais já empregados, pois se mandados para trabalhar, já ficam de cara emburrada, mau-humor, etc. Talvez seja por esses fatos que se coloca a responsabilidade da manutenção das pobres calçadinhas na mão de seus proprietários, que, se não o fazem, ainda ainda têm de pagar uma multa de mais de R$ 700,00 limpinhos por "comprometerem o passeio público".
Calçada em algum bairro de São Luis - MA
Senhores proprietários, se não quiserem complicações para seus lados sigam a lei e mantenham suas calçadas bonitas e legaizinhas de se passeiar. Quanto ao "cessar e peneirar", se um bando de doidos fizerem alguma baderna ou loucuras em sua calçadinha, ligue para a polícia. "Ah, mas a calçada é pública!". Com certeza ouvirás isso e está corretíssimo, mas denuncie e reivindique PERTURBAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA. Registre um BO e fique feliz. Não esqueça de pedir policiamento na sua área para que coisas desse tipo custem acontecer. Agora, se a policia de sua cidade não gosta de trabalhar, assim como os fiscais... fica meio complicado.

sábado, 13 de novembro de 2010

A TV influenciando no cotidiano

A famosa escola filosófica de Frankfurt já falara sobre a existência de uma "indústria cultural", a qual seria mais uma serviçal do capitalismo. Traduzo essa tal indústria como as mais variadas formas de demonstrar o mundo, logicamente sendo usada pela classe dominante para transmitir suas ideologias. Embora não englobe as revistas, jornais e a televisão (contextos históricos diferentes) mas o uso dessas tecnologias para o controle dos dominados é um exemplo que pode estar nesse conceito filosófico. Se analisarmos bem essa questão veremos a sua veracidade. Focando-se apenas na TV, conseguimos encontrar uma espécie de estilo de vida que a mídia quer nos estabelecer, na verdade mais contribuições para a construção de um pensamento coletivo, e o pior é que a própria sociedade aceita isso de uma forma muito "normal e pacífica".
Nada melhor que acordar as oito horas, tomar um banho, fazer a primeira refeição do dia e ligar aquela linda caixa possuidora de um tubo de eletrons de 14 polegadas (ou quem sabe até 60). A programação é muito variada, indo das noticias do dia aos reality shows com seus ate bocas. O humor também é muito explorado, e as novelas, muito chocantes. No fim do dia, assistir um programinha e dormir. É essa a vida que muitas pessoas levam, e nesse público, crianças e adolescentes. Os jovens que vivem para a TV, não costumam realizar outras atividades importantes até para suas vidas acadêmicas, como a leitura, entre outras. É certo que a internet está para muitos hoje, e acaba substituindo um pouco do tempo do indivíduo. Mas a influencia do fulano tubo de elétrons é muita e você acaba por ligá-lo ao menos para dar aquela "espiadinha" de alguns minutos (mais de 100). Isso não acontece com só algumas milhões de pessoas, mas com boa parte dos 6 bi de terráqueos, que passam esse estilo de vida para seus filhos e esses para seus netos e assim vai. Assistir televisão e querer viver do jeito que é mostrado em suas programações é a coisa mais normal que acontece hoje. Exemplo disso são as variadas grifes lançadas por celebridades, acessórios, grandes empresas que usam a influência carismática de alguns artistas para vender seu produto... E adivinhem o melhor veículo para divulgação de toda essa doidice: a Televisão.
É muito comum observarmos crianças usando brincos, agindo de maneira excêntrica, respondendo aos pais. É erro de quem? Sim, os pais tem culpa, mais muita coisa também é absorvida da programação assistida pelo pequeno indivíduo, pois uma das coisas mais transmitidas pela mídia é a existência de uma sociedade meio que perfeita, em que filhos se comportam da maneira que querem, fazem o que desejam, não são punidos e ainda ganham todo natal uma loja inteira de brinquedos e demais presentes. As crianças são fracas em relação ao pensamento, portanto não costumam discernir o que assistem da realidade. A solução seria impedi-la de ver televisão? Não, e sim mudar toda a estrutura de organizadores dos tais programas. As classificações não adiantam de nada, aí ocorre a transferência de culpa da emissora para os pais, mas esse assunto pode ser desenvolvido melhor em um outro momento (prometo!). Outra situação é o imediatismo existente em novelas, seriados. Os indivíduos mal se olham e, ainda no mesmo capítulo, ja vão para a cama. Os atores ainda são muito novos, ma já trocam beijos na boca; mesmo sendo alguns selinhos, mas já é um incentivo ao inicio precoce aos relacionamentos e com esses a sexualidade. Isso talvez explique o por que de muitos casais imaturos. O que também se pode observar no cotidiano é a questão da fala, do modo de se vestir. A mídia passa a sociedade um determinado conceito de BELO, e embora esse seja subjetivo, mas acaba sendo anexado à vida de alguns como objetivo, ou seja, é assim e pronto. É por isso que se tem meninas anorexas (mulher boa é mulher magra), homens bombados (malhar malhar, aplicar para poder conquistar). Jovens usando um cabelinho liso de "manga chupada", óculos coloridos, ouvindo musicas meio happy, tudo é passado pela TV.
Émile Durkheim já previa isso quando escreveu sobre os fatos sociais, sendo esses impostos para nós de forma exterior e superior. Tentar fazer tudo o que se vê na televisão já é algo impregnado aos nossos costumes, e nada podemos fazer contra isso. TV é bom? É lógico, mas deve haver esse discernimento entre o real e o virtual. Quanto aos bordões, eles são uma das principais formas de se ver a influência da televisão no cotidiano. É gente, não é brinquedo não! Viver sem imitar a vida televisiva, isso não nos pertence mais!

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Cotidiano contraditório

A vida é bela e isso ninguem pode negar. Mas o que ela tem de bela tem de complicada. Vivemos num mundo muito contraditório, tipo, uns são ricos e outros paupérrimos, coisas normais que constroem as sociedades desde os primórdios. Mas o que está em questão nesse post são alguns casos polêmicos que ultimamente tenho notado no cotidiano: os cartões de crédito e os coletivos.
A American Express na primeira metade do séc. XX criou o cartão de crédito. Realmente foi uma ideia muito inovadora, legal, etc, mas nos ultimos tempos tem gerado inúmeros problemas os quais são complicados de se resolver. Compulsivos por compras, os cidadãos mergulham em débitos e mais débitos, estes que chegam a ultrapassar a casa dos mil. O por que disso é simplesmente o limite alto, bom, que dá para comprar aquilo que se quer (nem tudo, mas já ajuda), etc. Limite esse que salva a vida de muitas pessoas e em consequencia as leva para as dívidas. Bom para quem tem um bom salário e pode sempre pagar o cartão todo mês, ruim para aqueles que, com uma miséria mensal, tem que pagar o valor mínimo ou um pouco a mais desse, almentando assim os débitos que se reunem todos em uma bola de neve. Outra situação curiosa dos cartões é que na hora, no caixa, há uma burocracia pois é necessário que o comprador apresente seu RG. Estratégia supostamente segura, mas há problemas, pois, existem indivíduos de má fé que costumam falsificar identidades, e facilmente compram, estouram o limite e o prejuízo vai para o titular do cartão. Que cosa triste, não é?! Outra consequencia dessa burocracia do RG é que se o titular estiver doente e precisar urgentemente de um determinado medicamento, ele morrerá já que os estabelecimentos não vendem no cartão para outra pessoa a não ser o dono, portanto para evitar seu sofrimento o indivíduo tem que, doente, se deslocar até a farmácia (no caso) para que se então compre seu medicamento. São coisas que nos circundam dia a dia, e nós não podemos fazer nada porque uns preferem deixar do "jeitinho" que está, embora eles pudessem informar novas medidas que englobe essa ultima situação, afinal, as fraudes vão continuar pois "o diabo atenta".
Em relação aos coletivos há o problema do atraso, demora, mas não vou me focar nisso. O que está em questão é um assunto mais polêmico que esse, que está dentro dos coletivos envolvendo os passageiros: Musica. Tem pessoas que colocam bem alto em seus celulares, mp(4,5,6,7,8,9,10000), etc. Eu paguei para estar dentro do busu para que possa chegar no meu destino, por isso tenho direito de escutar minha música bem alta, afinal é um coletivo e pode tudo. Só que é esse "pode tudo" que faz a polêmica, pois assim como eu tenho o direito de escutar minha música, ele(a) tem o direito de não querer escutá-la, gerando assim conflitos que acabam com a paciência de ambos e de todos do coletivo. O motorista pode colocar uma musica que vai agradar a ele e a algumas pessoas, mas não vai ser de agrado de outras, resultado, mais brigas loucas dentro do ônibus (no fundo são divertidas para os espectadores).
A liberdade consiste em livre para se fazer o que quiser desde que não se viole o espaço do outro. Acontece que os indivíduos confundem esse conceito com a Libertinagem (faço o que quero na hora que quero). Não custa escutar sua música só para você, baixa? Mas será que isso solucionaria essa contradição de gostos?
O homem é contraditório e nada vai mudar isso. Se é o indivíduo que constroi a sociedade essa será como ele, logo, será contraditória também.